Mostrando postagens com marcador Maria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maria. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O Sacrário e a Rosa - parte II



Incrível como as pessoas tem a capacidade de ver a mesma coisa, o mesmo objeto, o mesmo movimento, o mesmo ato, porém cada uma consegue enxergar um algo de diferente, ou talvez, enxergar além do que a cena aparenta ou apresenta.

O recorte da imagem que um dia vi levou-me a enxergar esse algo além. Visualizei uma cena viva sobre a paisagem estática e inerte do silêncio orante que pairava no pequeno espaço de contemplação e oração. Tal fato possibilitou-me uma viagem do pensamento e no tempo.

Certa vez, chegando à igreja num domingo de Missa, dirigi-me, como de costume, diretamente aonde o Santíssimo permanece. Foi então que vi uma flor depositada por sobre o Sacrário de madeira. Tal fato causou-me tamanho vislumbre que fiz questão de escrever para que o registro que meus olhos encontraram e vislumbraram jamais se perdesse da memória. Cravei então nas linhas do tempo "O Sacrário e a Rosa" (http://escritosemtempos.blogspot.com.br/2011/12/o-sacrario-e-rosa.html). 

A forma que a flor estava colocada sobre a madeira do pequeno Templo abriu caminho para uma emocionante contemplação. Fui além da primeira imagem. Ela, a flor, parecia querer abraçar aquele Templo. Parecia um corpo repousando incansavelmente aos pés de um outro corpo. Era uma rosa branca... Maria a mãe de Jesus, abraçando e acolhendo e amparando seu Filho em diversos momentos e ocasiões, desde o nascimento até à sua crucificação e morte...

Experiência e sentimento únicos e exclusivamente meus. Impossíveis de transpô-los ao poema. Pensei que talvez faltara emoção nas palavras. Li e reli várias vezes. Não havia o que acrescentar nem o que retirar. Era o retrato escrito daquilo que eu encontrei e enxerguei. Talvez outras pessoas tenham visto e até enxergado coisa semelhante ao que meus olhos visualizaram mas com certeza tiveram um pensamento ou experiência diferentes da minha. 

Momentos únicos, exclusivos e até mesmo individuais, onde somos o protagonista solitário e sem plateia, acontecem repentinamente em nossa vida corrida. Muito do que encontramos e sentimos não há como recontar, nem como partilhar no mesmo teor. A graça e a felicidade só coube a quem se atentou para receber. 


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A Mulher do SIM!




Maria,
Maria,
Maria,
Maria

Maria,
Maria mulher
Maria menina
Maria do Céu
Maria da Terra

Maria,
Maria do Sim
Maria do amém
Maria a mãe
Do Filho de Deus

Maria,
Maria que vem
Caminhar com seu povo
Maria que vai
De encontro ao novo

Maria,
Maria Fiel
A Seu Deus e Senhor
Maria do Céu
No amor e na dor

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Casa da Mãe, Mãe Maria

“Nossa Senhora de Aparecida...
Essa foi a casa onde eu cresci...
Minha infância, adolescência, juventude
Amizades, desentendimentos, romances,
Sonhos, lutas... e quantas lutas!!!
Tantas histórias... tantos retalhos
Que formaram uma imensa colcha...
Foram muitos Cantos e Encantos...
Numa certa vez fui para outra casa
Senti falta daquele calor humano de Mãe
Senti falta da delicadeza Materna
Senti falta da vida ao redor D’Ela
Mãe é Mãe...
Num momento ausentei-me
Foi pior! Afastei-me de tudo e todos...
Meu retorno foi emocionante...
Sabia que não mais poderia viver longe
Daquela Casa...
Ao sair daquelas terras, daquele berço, e
Consequentemente D’Aquela Casa da Mãe
Não demorou muito e deixei de frequentá-la
Na terra onde atualmente habitara
Foram anos vazios
Foram épocas sem sentido
Foram histórias sem valores
Como se as páginas vividas só contivessem rabiscos
Com a dor veio a resposta
Após perdas insubstituíveis
Mais uma vez meu retorno se deu na casa D’Ela
Nossa Senhora Aparecida, porém,
Numa outra cidade
Pedi para a Mãe que intercedeu por mim
Junto ao Seu Filho...
Que Graça, que Benção, que Alegria!!!
Alguns dias depois, como se tivesse tomado
O remédio certo para aquela dor
Tudo começou a caminhar
Tudo começou a acontecer
Avistei meu caminho, onde eu o havia interrompido
E assim, me pus a caminhar...
Hoje, a casa onde habito
É a de Imaculada Conceição
Casa da Mãe é assim
Mesa farta, os filhos à volta
Alguns desentendimentos
Mas no fundo tudo é amor
Um abraço ou um aperto de mão
Que a Mãe faz conta que aconteça
Para tirar a impressão daquela palavra
Dita num momento de tempestade
Casa da Mãe é assim
Encontros, retornos,
Acertos e ajustes,
Perdidos e perdoados,
Amigos e irmanados,
Sintonizados no mesmo objetivo
Em comunhão com o Maior Ideal
Casa da Mãe, não dá pra ficar longe
É acolhedora, é única
É onde se vive o amor
Não importa a raça,
Não importa a classe,
É onde não há espaço pra desunião
Onde todos partilham do mesmo Pão
Já se passaram 35 anos
E ainda encontro motivos e razões
Para me emocionar com tantos fatos
Com tantas graças
E percebo que não dá pra viver longe desta Casa
Nossa Senhora de Aparecida
Ou, Imaculada Conceição
No fundo, apenas e tão somente única: Maria
Instrumento por onde nos foi dado o Melhor Vinho
Exemplo a ser seguido e seguido com fé
O Sim mais ecoado por toda a história da humanidade
Maria, sua casa, sempre de portas abertas
Para quem chega ou retorna
É o lugar perfeito para aprender, crescer e vencer...
Dela não pretendo e não me deixe mais sair...”


Ailton Domingues de Oliveira
19/12/11

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Dádivas de hoje: Sim, eu digo Sim!

            Pela Luz do Evangelho, especificamente em João 13, 12-17, encontrei a resposta, necessária, como uma luva, no momento certo.
            Colocar-se a Serviço de Deus, é colocar-se à disposição de partilhar o bem comum, seja este, idéias, tarefas, enfim, que muitas das vezes não são do nosso gosto, do nosso agrado.
            Eis aí o momento oportuno de se firmar como cristão, autêntico e comprometido com o projeto de Deus.
            Colocar-se a Serviço de Deus é colocar-se a serviço da Igreja, Santa e Pecadora, é estar a serviço da Comunidade, através do trabalho ao qual foi chamado, designado, pescado e que tal trabalho deva ser fruto de amor, doação, caridade, fé.
            Deixar a vontade própria, deixar o “eu” e se comprometer com o bem comum é a lição que devemos aprender, seguindo o exemplo de Jesus, que lavou os pés dos seus discípulos.
            O bem comum deve prevalecer. Eis a humildade que o ser humano deve ter consigo: morrer em nossa vontade, doar-se com amor ao projeto de Deus, e deixar de lado o palco do “eu”.
            O altar de Jesus deve ser o centro das atenções e não o palco de quem se presta a servir.
            Muitas batalhas por nada são travadas diariamente entre os egos, mesquinhos por sinal. A busca de um destaque acaba sendo o objetivo final. E quem age assim, dificilmente percebe.
            Tomar ciência de sua importância como ser humano, filho de DEUS, imagem e semelhança do Criador, é tomar ciência do ato mais nobre de toda a história que já perdura por mais de 2000 anos: a entrega de Jesus na Cruz, por amor ao Pai, por nós...
            Como num momento de pura humildade, Jesus ensinou como servir, assim, nós, devemos ter ciência de nosso papel, seja ele em grupos, pastorais, movimentos, comunidade, de que o nosso auxílio é importante e necessário, pois somos instrumentos do Pai Criador, além de filhos e filhas muitos amados.
            Hoje, especialmente, dizer “sim” ao chamado de Deus, foi sem dúvida colocar-se a disposição com os talentos dados, foi vestir a armadura e se prontificar a estar na linha de frente, não importando quantos estarão lá, mas sim que eu estarei, e/ou você estará, e Deus conosco vai.
            Que o presente do hoje, uma dádiva simplesmente se marque pela alegria de poder servir, ser útil. Entrega, doação, amor e gratidão, assim como Maria fez: “SIM, eu digo SIM !”

Ailton Domingues de Oliveira

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Simplesmente, SIM!

“Uma única palavra venceu a morte...
Humildade serena
Pureza divina
Incontestável fé
Servidora e Senhora
Mãe e Luz
Céu e Sal
Exemplo e bondade
Simplesmente, Sim!
Companheira fiel
Seguidora e mulher
Santa e única
Mãe de Deus
Nossa Mãe
Mãe da Igreja
Protegei-nos e guardai-nos sempre
Amém”

“Magnificat...”

Ailton Domingues de Oliveira

13/10/10

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mãe, nossa mãe


"Mãe, nossa mãe
Mulher escolhida por Deus
Humildade a serviço do Pai
Por seus filhos na terra, rogai

Mãe, nossa mãe
Carregaste no ventre o amor
Senhora mãe de Jesus Salvador
Mãe da Igreja e dos povos também

Guiai nossos passos, mostrai o caminho a seguir
Maria mulher, esposa fiel
Maria de Deus, companheira, na luta do povo
Humildade e poder, és agraciada no céu

Maria, és Tu, protetora dos oprimidos
Mãe dos povos sofridos és bem aventurada
Mulher peregrina, exemplo de amor e ternura
Escolhida de Deus, és iluminada

Maria, pureza, és imaculada
Ave cheia de graça, por todos rogai
Protegei o teu povo, consolai os pequenos
Santa Mãe de Jesus, este mundo amparai"


Música inspirada e dedica à Novena de Imaculada Conceição, Paróquia de São Gaspar Bertoni, Uberlândia, MG
Ailton Domingues de Oliveira

31/05/10

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Indissolúvel


Indissolúvel é o Teu Nome Mulher
Por entre gerações, bem aventurada será
Indissolúvel é a Tua história de Amor
Os teus filhos te aclamam, a uma só voz nossa Mãe

Teu exemplo de vida sempre lembrado
Iluminada fé, doçura e gratidão
Sem hesitar aceitou sua missão
Sentiu na alma a dor de seu filho amado

Santidade e pureza, dons divinos
Mulher de tantos nomes, mãe dos pequeninos
De um SIM ecoado pela eternidade
Mãe de Deus, nossa Mãe, perfeita Santidade

Invencível é o teu poder de Rainha
Insuperável é o teu exemplo de amor
Inigualável é a tua humildade de serva
Inabalável, Maria, é a tua fé



Música inspirada nas festividades de "Maria", Mãe de Jesus e nossa, cantada pela primeira vez, na Festa de Imaculada Conceição, Paróquia de São Gaspar Bertoni, Uberlândia-MG. Dezembro/2.010.

segunda-feira, 21 de junho de 1993

Mãe Maria



“Ela foi quem disse o maior Sim a Deus
E que concebeu o nosso Salvador...
Ela foi a quem mais sofreu
Ao ver seu Filho dando a vida por amor...

Mãe Maria de todos nós
Maior exemplo de humildade
Você é amiga e intercessora
Perante a Santíssima Trindade”

“Primeira composição dedicada à Maria, mãe de Jesus.”

Ailton Domingues de Oliveira

21/06/93