domingo, 10 de agosto de 1997

Estou aqui e não percebes



“É muito fácil falar do seu lugar
É muito fácil dizer o que fazer
Quero ver você se levantar
E fazer tudo, tudo acontecer

1) Eu sou aquele que você não liga
E não percebe quando te olho
Eu sou aquele que não tem moradia
E que tu sempre negas uma esmola
Eu sou o mendigo da rua
Que você esnoba com frieza
Eu sou quem sabe da vida sua
E quando se abate pela tristeza

2) Eu moro onde existe amor
Na simplicidade e na humildade
Dos oprimidos o defensor
Que você humilha sem piedade
Vocês já sabem quem são os excluídos
Os humilhados e oprimidos
Filhos de Deus, sim eles também são
Falta só abrir o seu coração

É muito fácil falar do seu lugar
É muito fácil dizer o que fazer
Quero ver você se levantar
E fazer tudo, tudo acontecer

'Eu sou Jesus, o Seu Senhor
Só quero que você aceite o meu amor
Eu sou o seu Senhor
Aceite o meu amor'...”


“Na verdade a letra, melodia e ritmo dessa música diferem  da primeira versão criada em 02/08/93. Com essa readaptação, o GCICI sob a coordenação da Ivone, ganhou mais uma vez em primeiro lugar no ‘3° Festival de Músicas Inéditas, organizado pela Pastoral da Juventude de Piraju-SP’, agora com o tema da Campanha da Fraternidade ‘Os Excluídos’ – 10/08/97.”


Ailton Domingues de Oliveira

10/08/97

terça-feira, 5 de agosto de 1997

Papai de criação

“Hoje é o seu grande dia
Mas não posso mais te abraçar
Sinto muito a falta sua
E de sua mão a me afagar

Sua presença não se apaga
Dentro do meu coração
Meu velho camarada
Meu papai de criação

Me ensinou com seu exemplo
A ser um homem de verdade
Viver bem cada momento
E ter sempre honestidade

Ah! Meu papaizinho
Velho meu muito querido
É seu filho que ainda chora
Ah! Quanta saudade estou sentindo
É seu filho que ainda chora
E não posso te abraçar
Lembro você sempre sorrindo
Me esperando pra voltar

Você que tem a presença
Do papai bem do seu lado
Esqueça hoje as desavenças
Dê-lhe um abraço apertado

Não tardes a perceber
Que um só pai a gente tem
O tempo passa depressa
E a gente vai também...”

“Homenagem ao meu avô Joaquim.”

Ailton Domingues de Oliveira

05/08/97

segunda-feira, 26 de maio de 1997

Preciso acreditar

“Minha vida começou agora
Deixei muitas coisas irem embora
Aprendi que nem tudo é
Do jeito que a gente quer

Mas preciso acreditar
E ter coragem de sair do meu lugar
Assumir o papel
Que Deus mandou-me lá do céu...”


“Depois de muito tempo sem escrever, alguns obstáculos difíceis de superar, como a morte de meu avô Joaquim, e um tempo longe dos trabalhos Pastorais, da comunidade e da Igreja, esse escrito foi o meu incentivo pra retomada... Composição simples a qual sentia no coração um chamado de Deus...”

Ailton Domingues de Oliveira

1.997

sexta-feira, 26 de abril de 1996

Liberdade, liberdade

“Liberdade, liberdade!
Que um dia existirá
Nos céus, nas terras, nos mares
Em todos os lugares
Onde a vida habitar!

1) Liberdade nos confins da terra
Do céu e do mar sem ódio e rancor
Liberdade que o homem espera
Um dia conquistar com Paz e Amor!

2) Liberdade nos bosques e campos
Para os vegetais, tudo o que é de Deus
Liberdade pra viver em bandos
Entre os animais, como o Senhor vos deu!

3) Liberdade como um passarinho
Planando no ar, sem nada temer
Liberdade de ter um bom caminho
Ter o próprio lar e direito de viver!”

Música.

Ailton Domingues de Oliveira

26/04/96

sábado, 20 de abril de 1996

Voltei para Ti

Meu Senhor, eu sei que fui fraco e errei
Me arrependi do que fiz e agora voltei
Somente em Ti, agora, eu hei de viver
Pois lá fora este mundo egoísta me fazia sofrer!

Perdoa-me Senhor! Ser feliz era o que eu queria
E busquei essa felicidade onde nunca existia
E quando cansei de procurar eu olhei do meu lado
Enxerguei só a Ti e seu amor me deixou transformado!

E é por isso que hoje eu sempre repito
Que não há amor maior e mais bonito
Como o de nosso Pai Criador
Que entregou seu Filho ao mundo só por amor!

“Música inspirada nos momentos que passamos afastados da Comunidade, dos trabalhos Pastorais, da Igreja, de Deus... e por fim nos damos conta que a vida fora do caminho de Jesus é uma vida obscura e sem alegrias.”

Ailton Domingues de Oliveira

20/04/96