quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A morte na contemporaneidade


No mistério que esse tema envolve e possui
Eu apenas me deleito no tocante
Em que a poesia me permita assim divagar
Uma frase, profunda, filosófica, utópica, encorajadora,
Assim dizia: "Todo homem morre, mas, nem todo homem vive."
E a pior morte, creio eu, seja aquela em que 
A nossa alma não se desatrela da matéria,
Ou seja, morre-se preso em si mesmo
Para tanto, essa canção é um belo convite,
A uma longa jornada, 
E por que não uma caçada (!?)
Rumo ao nosso interior,
Em busca do nosso eu
Na voz de Milton Nascimento
"Caçador de mim" remexe e impulsiona
A uma reflexão fantástica
Neste imenso universo de nós mesmos.

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