sexta-feira, 20 de julho de 2012

Controvérsias da amizade: a distância que se faz presente!


"A distância que nos faz amigos
Necessidade que nos faz presentes
Em orações, em versos, em aparições esporádicas
Necessidade em se fazer presente
Na ausência de cada dia
Somente flores,
Espinhos ficaram pelos caminhos
Tempo, ausência e distância
Saudade, necessidade, esperança
Cultivo dado na memória, apenas
Outrora, mais próximos, fomos distantes
Hoje, distantes, somos próximos
Controvérsias da amizade
Talvez, não houvesse distância
Essa flor não teria perfume (...)
Querido e querida que é
Teus devaneios não mais são incômodos
São lembranças de teus risos que inspiram
São as marchas contínuas de nossos pés
Pelo objetivo o qual nos unia
Que, simples e saudosamente
Me colocam em pensamento
Não precisas provar mais nada
Não preciso também me impor
Não há mais porquê brigar
A luta contínua apenas tornou-se solitária
O pensamento equidistante nos une
Sonhos, esperanças
Fé que nos uniu num caminho único
Lutas, reais, desvairadas, tempestuosas,
Ora em vão, mas sempre com grande lição
E que nos fez homens e mulheres
Críticos de nossos atos
Profetas de nosso tempo
Poetas livres em pensamento...
Sem explicações
Sem intenções
Sem alucinações
Somos o fruto desse tempo
Somos a escolha
Somos o ato, o fato, o teatro
Protagonistas dessa bela amizade
Sempre em tom de saudade..."

Ailton Domingues de Oliveira
(20/07/12)
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