sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Flores cultivadas e cativadas à distância.

"Na ânsia de um encontro
Que se formaliza em cada escrita
Tão bendita, tão benquista,
Esperada e compartilhada
Em tons que só cabem alegria,
Não menos a nostalgia
Que nos remete a tempos de teimosia
Maravilha esse elo, em mundo paralelo
Tão autêntico em mera e triste ausência
Que já com tanta importância
Na dolorosa distância,
Hoje, benquerença é essa frequência que sustenta
Que nos impulsiona a prosseguir
Nossos sonhos alcançar
Nossas feridas curar
Nossos vôos alçar
As mãos ao se ajuntar
Numa mesma direção à caminhar
Na solidão da matéria
Que a amizade desfaz a quimera
E transforma em palpável paladar
O desfrutar de cada inscrito
Bonito, chorado, surrado... superado
Amargo e cruel
Que o nosso papel
Nos transmite, por vias do Céu
O sentimento fiel
De um amigo de corpo ausente
De alma e coração que bate presente
Desta flor que já foi semente
E agora, és regada e cuidada
Cultivada, amada, cativada...
Revelada na mais íntima sinceridade
Nossa tão sublime amizade."

"Jane e Riete, não pudera tão maravilhoso encontro acontecer em outro tempo que não fosse este, mais que pertinente e próprio... Uma oportunidade Divina de reescrever e recontar histórias... Mexer, curar e libertar, superando, antes de qualquer obstáculo, a si próprios... Na Fé que nos permite caminhar em meio a distância e ausência, no sonho de um dia reencontrar irmãos que nos são queridos, na luta diária, solidária e solitária que travamos em mundos distantes, que esta chama que aquece a alma com alegria de viver em meio a tempos difíceis, em tons de poesia e nostalgia, fica aqui o meu carinho, respeito e admiração por suas pessoas e familiares, com votos de amizade e saudade que o tempo não finda..."

Ailton Domingues de Oliveira
24/12/12

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